Esta quinta-feira, 24 de setembro, às 19h00, o Teatro Carlos Alberto recebe Cantar de Galo, o solo em que Jorge Andrade dá corpo e voz ao Galo de Barcelos. O texto é de Robert Schenkkan, dramaturgo e argumentista norte-americano com Pulitzer e Tony, que o escreveu para o ator depois de uma residência na mala voadora, em 2022. Fica em cena até sábado, dentro do ciclo Parla-Solos do Teatro Nacional São João. Dura cerca de 45 minutos e é para maiores de 14.
A pergunta de partida, segundo a sinopse do São João, é simples: se o souvenir mais popular de Portugal pudesse falar, que história contaria? O Galo conta a sua: salvou da forca um homem injustamente acusado e acabou transformado num símbolo decorativo, parte de uma ficção nacional que não escolheu. A dado momento, discute com o inventor dessa ficção e recupera, diz a sinopse, a vocação de protetor da liberdade dos inocentes.
A direção e a interpretação são de Jorge Andrade, com assistência de Pedro Moldão. A produção é da mala voadora, em coprodução com o FITEI, o Teatro Viriato e o Theatro Circo; a estreia absoluta foi em maio de 2024, na sede da companhia, no Porto. É o terceiro e último solo do Parla-Solos, o ciclo com que o Carlos Alberto abriu a temporada, depois de Maiúscula, com Luísa Cruz, e de Kung-Fu, com Pedro Manana.
Onde e quando: Teatro Carlos Alberto, Rua das Oliveiras, 43. Quinta-feira, 24, às 19h00; sexta e sábado, 25 e 26, com horário na bilheteira e no site do TNSJ. Duração aproximada 45 minutos. M/14. Bilhetes em tnsj.pt.