Moradores de Campanhã pedem ao Município um canal permanente sobre prazos, expropriações e realojamentos. Perguntam onde, quando e em nome de quem serão as novas casas.
Os dados são do Município: 117 condicionamentos começaram em setembro e 133 duram há mais de um ano. Nas redes, quem faz dois quilómetros numa hora explica o resto.
Os dados são do Município: 117 condicionamentos começaram em setembro e 133 duram há mais de um ano. Nas redes, quem faz dois quilómetros numa hora explica o resto.
Moradores de Campanhã pedem ao Município um canal permanente sobre prazos, expropriações e realojamentos. Perguntam onde, quando e em nome de quem serão as novas casas.
Petição, associação e testemunhos nas redes tentam travar uma demolição parcial anunciada em abril e sem calendário. Quem manda no edifício também está em tribunal.
Mais lixo, mais gente a consumir na rua, um centro de pernoita a abrir aos poucos: é assim que um morador do Fluvial há 50 anos descreve a zona. Esta semana começou ali, na Pasteleira e no Aleixo, um plano com polícia, ação social, saúde e limpeza. Os moradores dizem que não chega.
A proibição entrou em vigor na terça-feira passada. A PSP registou seis infrações até às 10h00 do primeiro dia e viu os pesados a desviar-se para a CREP. A plataforma de registo funciona. O Município pediu fiscalização visível e negoceia com a IP um protocolo para gerir partes da via.
Hoje, 22 de setembro, mais de 2500 cidades europeias fecham ruas ao trânsito. A Maia fez uma semana; Aveiro fecha a avenida principal. O Porto não anunciou nada. Em contrapartida, desde sábado a Avenida de D. Carlos I, na Foz, fica sem carros aos sábados e domingos, das 9h às 19h, sem data de fim.
Com a Rua do Breyner em obras, o trânsito passou a subir a Rua de Cedofeita, uma das ruas pedonais mais cheias da cidade. Camiões a tapar garagens, condutores aos ziguezagues entre esplanadas, peões a saltar para o lado. Quem lá mora e passa pergunta: que obra é e porque não há outro caminho?